
O diretor do presídio Carlos Alberto Belíssimo tentou negociar com os líderes dos presos a liberação das celas. Como eles se apresentavam irredutíveis, o diretor ameaçou desligar o sistema interno de TV, ventiladores, e suspender as visitas. Os detentos ficaram irritados e começaram a bater nas grandes provocando um grande tumulto.
Cerca de sete viaturas do GTM e 30 policiais, além do Corpo de Bombeiros, foram mobilizados para tentar controlar a situação. Dois presos tentaram fugir arrebentando uma parede da cela e ficaram feridos. Eles foram levados para o Hospital Nair Alves de Souza (HNAS) em Paulo Afonso onde foram medicados e em seguida retornaram ao presídio.
Somente no final do dia, após uma intervenção do Juiz da comarca de Paulo Afonso, Cláudio Pantoja a rebelião foi controlada. No balanço da polícia foram encontrados aparelhos celulares, objetos cortantes e certa quantidade de maconha.
FONTE:CLÉRISTON SILVA
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